Perguntas frequentes

Respostas para as dúvidas frequentes

Se a sua não estiver aqui, escreva para gente.

Sobre o Continue

O Continue é um aplicativo de treinamento adaptativo feito para corredores de trail e montanha. Ele prescreve treinos personalizados com base na sua prova-alvo, na sua disponibilidade e na sua resposta semana a semana, ajustando automaticamente conforme você treina.

Para quem corre, ou quer correr, trails e provas de montanha: de iniciantes que nunca treinaram estruturado até atletas experientes que querem tirar o achismo do planejamento. Se você corre só em asfalto plano, ainda ajuda, mas você vai aproveitar mais quando houver montanha no caminho.

A maioria dos planos trata trail como "corrida em terreno difícil". O Continue parte de outra premissa: a montanha tem sua própria linguagem. Por isso treinamos por duração e ganho altimétrico (D+), não por pace.

Não. O Continue se adapta ao seu nível. Se está começando, ele prescreve volume inicial seguro (em torno de 2h/semana) e sobe gradualmente.

A última opção de volume do onboarding é "8h ou mais" por semana, então quem treina 9h já está atendido por ela. Para declarar o número exato acima disso existe o Modo avançado, que abre semanas de 10, 12 ou 14h ou mais.

Metodologia

Pace em trilha mente. Duas horas subindo uma serra técnica não são comparáveis a duas horas num parque plano. O corpo responde a tempo em zona de esforço e a carga altimétrica, não a km/h. Por isso prescrevemos duração + intensidade por PSE + D+.

Percepção Subjetiva de Esforço. Escala de 1 a 10 (ou 5 zonas) para quantificar o quanto o esforço está pesado pra você naquele treino. É uma das métricas mais consistentes da literatura científica, e funciona com ou sem relógio.

Por padrão, não. A prescrição é guiada por percepção de esforço, e isso é escolha de metodologia: em trail, terreno, calor e altitude deslocam a frequência cardíaca, e a PSE é o sinal mais estável para o dia a dia.

Quem quiser pode guiar os treinos por FC. Para isso é preciso informar o seu limiar de FC (LTHR) em Perfil > Perfil fisiológico: FC máxima estimada não serve como âncora. Com o modo FC ligado, a faixa em bpm passa a ser a referência do bloco e, nos treinos de zona sustentada (recovery, rodagem leve, rodagem com strides, treino Z2, longão e limiar), vai como alvo para o relógio Garmin.

A PSE não sai de cena em nenhum dos casos: ela continua prescrita em todo treino e continua sendo pedida no checkout.

É a métrica proprietária do Continue. Ela compara o desnível que você acumulou nos últimos 28 dias com o que a sua prova-alvo exige: não diz o quanto você corre, diz se os seus treinos têm montanha suficiente para a prova que você escolheu.

Abaixo de 40, seus treinos estão planos demais para o que a prova pede. Entre 40 e 60, a preparação está alinhada. Acima de 60, é excesso de subida, e vale equilibrar com treinos mais corríveis.

Porque ele só sai do valor neutro quando existe desnível suficiente para calcular: são 4 treinos com subida dentro de uma janela móvel de 28 dias. Conta toda corrida com ganho altimétrico e distância acima de zero, venha ela do Garmin, do Strava ou do registro manual no app. Treino plano, esteira sem inclinação, bike e caminhada não entram na conta. Na aba Progresso você acompanha esse contador, e na primeira vez que ele fecha o app te avisa por push que o seu Index está pronto.

A janela é móvel, então ela também anda para trás: se você passar 28 dias sem nenhuma corrida com subida, o Index volta para calibração até acumular as 4 de novo.

O seu plano (macrociclo) é dividido em blocos com objetivos diferentes: Transição, Base, Intensidade, Recuperação, Especificidade, Taper (polimento), Prova e Transição pós-prova.

A Recuperação não é um bloco contínuo no meio do caminho: é uma semana de descarga intercalada dentro dos blocos de construção, a cada três semanas mais fortes.

Uso diário

Não. A grande maioria dos corredores não tem acesso diário a trilhas, e a metodologia assume isso. Todo o treinamento pode ser feito no asfalto, na esteira ou em qualquer terreno disponível.

O que importa é: seguir a duração prescrita, respeitar a zona/intensidade (via PSE) e buscar ganho altimétrico quando possível, nem que seja em ladeiras do bairro, passarelas ou esteira com inclinação.

Não. Você pode registrar os treinos direto no app, sem relógio. A integração com Garmin e Strava é opcional.

O volume inicial depende do seu histórico, mas iniciantes começam em torno de 2h/semana. Você informa sua disponibilidade real no onboarding: o plano é montado em cima do que você tem, não do que deveria ter.

É o registro rápido depois do treino: primeiro o esforço (PSE de 1 a 10) e a sensação, numa tela limpa, e só então o comparativo entre o que foi prescrito e o que você fez. Leva alguns segundos e é o que permite o plano se ajustar à sua realidade.

Se o treino foi na esteira, dá para informar a inclinação média: o app estima o desnível a partir dela.

Se foi uma corrida e chegou pelo Garmin ou pelo Strava, o app tenta vincular ao treino do dia. Você também pode vincular manualmente uma atividade do seu histórico. Atividades em dia de descanso ficam registradas como extraordinárias, sem bagunçar o plano.

Modo avançado, FC e Análise

É uma camada opcional para quem treina 10 horas ou mais por semana. Ela abre o volume real da sua semana (10, 12 ou 14h e mais), uma progressão mais ambiciosa do plano e o painel Análise na aba Progresso.

A ativação é em Perfil > Modo avançado, num setup curto de três passos: perfil fisiológico, volume e confirmação. Nada é gravado até o passo final. Ao confirmar, o plano é recalculado na hora com o volume que você declarou. O que não muda são as proteções do motor: o modo muda o que você declara e o que você enxerga, não desliga nenhuma trava de segurança.

São dois passos, os dois no Perfil. Primeiro, informe o seu limiar de FC (LTHR) em Perfil > Perfil fisiológico. Depois, em Perfil > Zonas de treino, na seção COMO SEUS TREINOS USAM A FC, troque o seletor Guiar treinos por de PSE para FC.

Sem o limiar informado, a opção fica indisponível: a FC máxima estimada pela idade não serve como âncora. As telas Perfil fisiológico e Zonas de treino ficam no Perfil ao lado do Modo avançado e funcionam com ele ligado ou desligado.

Sim. Em Perfil > Zonas de treino você vê as faixas em bpm e pode ajustar zona por zona, pela fronteira de cada uma. O app mostra o efeito da mudança nas zonas vizinhas antes de salvar. Se quiser voltar atrás, o botão Restaurar padrão recalcula as faixas a partir da sua âncora.

Suas faixas passam a valer a partir da edição: o plano e o histórico não mudam. Se os treinos já enviados ao relógio ficarem defasados, a tela mostra o card Treinos no relógio sem as faixas novas, com o botão Re-enviar.

É a leitura da sua carga de treino dentro do app, na aba Progresso, atrás do seletor Evolução | Análise. Ele mostra a carga de cada treino da semana e as curvas de base, fadiga, forma e rampa de carga, sempre com o nome em português ao lado da sigla técnica.

Cada número vem com a auditoria de onde ele saiu: duração, FC média, limiar, esforço e contribuição da subida. O painel é liberado ao ativar o Modo avançado.

Integrações

Integração nativa com Garmin Connect (bidirecional: envia treinos para o relógio e recebe execuções). Strava é usado para auto-import de atividades. Outros relógios podem sincronizar via Strava também.

Sim, e não é uma escolha entre um e outro: os dois convivem, cada um com o seu papel. O Garmin envia os treinos para o relógio e recebe as execuções; o Strava enriquece o seu feed de atividades.

Duplicação não é problema: quando a mesma corrida chega pelos dois, o app reconhece que é a mesma e conta uma vez só, sem inflar volume nem desnível.

Não. A conexão via API do Strava funciona com a conta gratuita. Se você já tem Premium, não faz diferença pro Continue.

É intencional. A metodologia usa PSE e a descrição do treino como guia, então os blocos saem abertos de propósito, com a zona e as instruções em texto. Alvo de pace o app não envia em nenhum cenário: em terreno variado e em altitude, o pace engana.

A frequência cardíaca é uma opção para quem tem o limiar informado. Com o modo FC ligado, os treinos de zona sustentada (recovery, rodagem leve, rodagem com strides, treino Z2, longão e limiar) saem com faixa em bpm como alvo, e é o próprio relógio Garmin que avisa quando você sai da faixa. Fartlek, intervalado forte e resistência muscular levam a faixa apenas no texto, nunca como alvo. Sprints em subida e descidas continuam guiados só por esforço.

Dá. Abra o treino concluído e use Desvincular atividade: o dia volta para pendente e você vincula a atividade certa. A única trava é a semana já fechada pelo recálculo semanal.

Adaptação do plano

Sem drama. Você tenta reorganizar o dia, e se não der, aquele treino vai embora. O motor se encarrega da recalibração na semana seguinte. Volume perdido é descartado, nunca empilhado na semana seguinte.

Você reorganiza os dias na aba Treinamento, arrastando os cards, ou aciona a pausa da semana. Ao voltar, o plano recalibra a partir do que aconteceu de verdade: nada de "tirar o atraso".

Ao pausar, o app pergunta como você quer ajustar e você escolhe entre três modos: Semana leve (40% do volume, sem desnível), Semana leve com longo (60% do volume e 60% do desnível) e Pausar completamente (sem treinos na semana).

A pausa atenua a semana no lugar: ela não empurra o calendário nem mexe na data da sua prova. Dá para marcar mais de uma semana de uma vez, e é reversível: basta desmarcar a semana para o volume e o desnível originais voltarem.

Quem dispara o ajuste é a sensação que você registra no checkout, não a nota de esforço sozinha. Se você marcar sensação fraca ou muito fraca, ou repetir sensação ruim em mais de um dia da mesma semana, o app propõe um ajuste no treino do dia seguinte para proteger a recuperação.

O ajuste não entra sozinho: ele aparece como proposta logo depois do checkout e só passa a valer quando você toca em Confirmar Ajuste. Se escolher Manter Original, fechar a tela ou simplesmente ignorar, o plano segue exatamente como estava.

Você edita a data em Perfil > Prova Alvo e todo o macrociclo se recalcula automaticamente. Se a prova mudar de distância ou D+, também.

Assinatura e trial

Você baixa, cria conta, monta seu plano e usa tudo por 7 dias. O método de pagamento é cadastrado ao assinar, mas a cobrança só acontece no fim do período: cancelando antes, nada é cobrado.

Dá. Ao terminar o onboarding, antes da tela de planos, o app mostra a análise da sua prova (terreno, distância, desnível e semanas até a largada) e a prévia do plano montado, com o gráfico de volume e o primeiro treino. Só depois disso você decide.

O fluxo de assinatura segue o padrão da App Store e do Google Play: cartão só é cobrado depois que o período gratuito termina. Se você cancelar antes, nada é debitado.

No mesmo lugar em que você assinou. Se foi pela App Store ou pelo Google Play, o cancelamento é na sua conta da loja; se foi pelo site, é no painel de gerenciamento da assinatura, no navegador. Em nenhum dos dois casos o cancelamento acontece dentro do app.

Cancelou dentro do teste, não paga nada. Cancelou depois, você mantém o acesso até o fim do período já pago.

Abra no celular o link de confirmação da sua compra e entre com a mesma conta usada na assinatura. O acesso é liberado no app sem assinar de novo. Se o link tiver expirado, gere um novo pela página de confirmação da compra.

Não. Seus dados ficam preservados. Se você voltar depois, retoma de onde parou, incluindo histórico, Index de Montanha e prova-alvo.

Chat contextual com IA

Não. A inteligência artificial atua apenas na conversa e usa os dados de treinamento disponíveis no app para interpretar seu plano. O plano e seus ajustes são calculados pelas regras matemáticas e determinísticas do método, não pelo chat.

Se o que você quer é acompanhamento humano individual, indicamos a Sempre Correndo, assessoria de trail running online parceira do Continue. Os dois não trocam dados: são caminhos separados, e você escolhe um.

Não. Ela nunca altera duração, intensidade ou D+ por conta própria. O planejamento e as adaptações são calculados pelo motor determinístico do app.

No app, essa área ainda aparece como O Treinador. Você a encontra no botão flutuante da aba Treinamento e no item O Treinador, dentro do Perfil. Apesar do nome, as respostas são geradas por inteligência artificial, não por uma pessoa.

Provas e calendário

Sim. Existe a prova-alvo (A) e as provas secundárias (B e C). A periodização é desenhada em torno da A, e as B/C se encaixam automaticamente com ajustes apropriados.

O plano automático precisa de pelo menos 14 dias entre hoje e a prova, e a data não pode estar a mais de um ano de distância.

Com menos que isso o app não te barra: ele mostra o aviso "Prova muito próxima", com as opções Escolher outra data e Seguir mesmo assim. Seguindo mesmo assim, você conclui o onboarding com a data curta e passa a ver um aviso fixo nas telas até ajustar a prova. Vale lembrar que 14 dias é o mínimo técnico, não o ideal: quanto maior a janela, mais o plano consegue construir base antes de afunilar para a prova.

Sim. A metodologia não depende do local da prova, só das características (distância, D+, data). Você pode treinar no Brasil para uma prova lá fora.

Suporte e plataformas

Em Perfil > Suporte, descrito no app como "Falar com a equipe via WhatsApp". É um canal direto com o time para qualquer coisa: bug, sugestão, dúvida ou elogio. Também por e-mail: contato@continue.com.br.

Em horas, em dias úteis. A gente ainda é pequeno e isso é vantagem: você fala com o time, não com um portal de tickets.

iPhone e iPad com iOS 15 ou superior, e Android nas versões modernas. O app precisa de internet para carregar os treinos, gerar plano novo, usar o chat com IA e sincronizar as integrações.

Português brasileiro (PT-BR), inclusive datas, terminologia técnica e o chat com IA.