No meio de todas aquelas novidades bombásticas da E3, acabamos cometendo um erro fatal: não demos muita atenção ao anúncio de que Dead Rising, popular game do gênero matança de zumbis para Xbox 360
, ganhará uma versão para o Wii. Depois da apresentação “puppies are cute blah blah blah” da Nintendo, podemos concluir que este foi um dos poucos anúncios interessantes para os gamers hardcore possuidores do Wii e sedentos por mais carnificina títulos “M-rated”, e temos a obrigação de nos redimir.
A adaptação ganhará o subtítulo de Chop Till You Drop (
) e, segundo a Capcom, fará uso da mesma tecnologia de Resident Evil 4. Como não poderia deixar de ser, o principal destaque da nova versão será as novas formas de interatividade com o Wii Remote, já que, assim como no game original, você poderá usar praticamente qualquer utensílio à mão como arma — lembrando, é claro, que o principal cenário do jogo é um shopping center.
Por outro lado, o jogo obviamente sofrerá perdas na transição do 360 para o Wii. O número de zumbis na tela, que era impressionante no 360, deverá diminuir consideravelmente, e é muito provável que o número de objetos utilizáveis como arma caia na mesma proporção. Mas a maior perda para alguns dos fãs do primeiro será a possibilidade de tirar fotos. Isso mesmo: Frank West deixará sua câmera fotográfica no console da Microsoft.
Mesmo assim o jogo tem bastante potencial. Infelizmente, uma data de lançamento ocidental não foi anunciada, mas os nipônicos deverão receber Dead Rising: Chop Till You Drop no quarto trimestre.
O Dadah, lá do blog Portallos, fez um post que me deixou morrendo de vontade que tivesse sido escrito para o Continue. É um guia completo com tudo que você precisa saber sobre os diferentes modelos de PS3, antes de comprar o seu. Ele não ensina como ou onde comprar, mas sim o que realmente faz a diferença entre os diferentes modelos. Se você pretende comprar um PS3 em breve, não deixe de ler.
E espere que ele já vai fazer um de 360 também. É a blogosfera brasileira criando conteúdo útil e de qualidade! ![]()
Se você acha que Ikaruga é difícil, tente ganhar algum dinheiro com blog. Talvez o problema seja a minha burrice/inexperiência/falta de prática, mas eu acho que o negócio é difícil mesmo. Ainda mais para quem se importa com o layout do blog e com o bem-estar do leitor, que com certeza não quer ver um blocão de AdSense entre o título e o início do post.
Por isso eu uso o Boo-Box, que gera aqueles links bacaninhas nas imagens e nos textos para exibir um modal com as ofertas (modal, pra quem não sabe, é o termo para designar aqueles pop-ups que abrem na mesma janela/aba e quase sempre escurecem o fundo). O lance é que o Boo-box é “só” um gerador de links bonitos, práticos e contextuais, eu ainda preciso escolher as ofertas que vão aparecer nele. E, principalmente a loja de onde virão essas ofertas.
No início, eu usava o Submarino, meio que só pra testar. Colocava poucos anúncios, porque o preço de quase tudo relacionado a games lá (e em qualquer outra loja brasileira) é aburdo. E eu não vou anunciar para você uma coisa com um preço abusivo, algo que eu não recomendaria a um amigo. Por isso eu praticamente só coloquei três anúncios via Submarino, e de coisas que eu mesmo comprei: Orange Box de para PC (que custa menos de 100 reais e vale cada centavo), a Versão Galáctica do Spore
(porque o preço também está ótimo, considerando os extras) e Wii Fit
(porque essas coisas pesadas com caixas gigantes é furada comprar fora do país, pela internet).
Aí resolvi trocar para o MercadoLivre. Lá a comissão é bem maior e a variedade de produtos é maior. Sem contar o fator preço: lá dá pra comprar jogos por preços que se não são tão baixos quanto no exterior, são bem mais baixos que os das lojas daqui. Achei que ia decolar. Comecei a colocar em praticamente todos os posts pelo menos um boo-link para algum produto no ML. Mas não ganhei um centavo. Passei então a me perguntar se não seria um certo medo ou preconceito do público quanto a comprar no MercadoLivre (um site que eu também não gosto muito, mas compro nele por causa dos preços e quando posso tomar o cuidado de pegar o produto em mãos — nunca tive problemas).
No fim, cheguei à conclusão de que ninguém melhor que você para me dar as respostas que eu procuro. Então me ajude, respondendo as enquetes depois do continue. Obrigado!

Dia desses eu estava conversando com o Fabão e eu resolvi mostrar para ele aquele gif resumindo a conferência da Nintendo nessa E3. Talvez você já tenha visto (se não viu, vai ver daqui a pouco). Ele já conhecia, aí me mostrou outro, e eu mostrei outro e assim foi. De tanta risada que eu dei naquele papo, resolvi procurar mais alguns e montar esse Top 8 inusitado, com direito até a títulos infames. Talvez você dê tanta risada quanto eu dei.
E não, não estou copiando o Judão e o seu simbolismo com o numero “OITÔ”. É que eu só achei oito gifs bacanões de verdade.

É oficial, é licenciado… e é branco. Branco-Wii, sem dúvida alguma.
O Cordless Keyboard for Wii foi anunciado esta semana pela Logitech. Será vendido por $50 dólares e, além de ser Wi-Fi e ter teclas de atalho específicas para o Wii e as funções do seu navegador Opera, poderá ser usado no Animal Crossing: City Folk. Que eu saiba, é o primeiro jogo a ter suporte a teclado no Wii.
Na minha opinião? Desperdício de grana. Mas esse branco é tão sexy… adoro hardware branco. Ainda mais hardware branco que flutua.

A box art é bonitona, mas o legal mesmo é o trocadalho. Dá pra entender de tantas maneiras diferentes! ![]()
Aliás, o Continue nunca falou de Left 4 Dead, né? Pra falar a verdade, eu nem sabia muito bem do que se tratava até ver essa box art ontem e me informar. O que eu descobri me deixou animado: é um jogo de sobrevivência, focado em co-op entre quatro pessoas que tentam sobrevivem numa cidade infestada de zumbis. Resident Evil + Dead Rising
+ Counter-Strike
= Left 4 Dead.
Tem muita gente ansiosíssima por esse jogo, e eu acho que acabei de me tornar mais um.

Setenda dólares por essa belezinha aí em cima — a Limited Edition de Gears of War 2, prevista para 07 de Novembro. Eu acredito que falo por 98% dos donos de Xbox 360 quando digo que pagaria setenda dólares unicamente pra ter essa belezinha na minha estante, independente dos extras que ela pode vir a ter.
Até porque os extras nem são tão grande coisa: além da caixa diferentona, temos um livro de artes e perfis dos personagens, com prefácio escrito por Cliff Blezinski em pessoa, um DVD com making of e outras coisinhas, uma foto do Dom (!) e uma arma exclsuiva para usar no multiplayer.
Aliás, qual é a desses caras colocando armas exclusivas em versões especiais? Acho isso inútil! Se a arma não pode ser extra apelona, nem coloca. Né?
Há males que vêm para o bem, já diz o ditado. E é verdade! Quando o polêmico e adorado Jeff Gerstmann foi sumariamente dispensado de seu emprego no GameSpot, não demorou muito para surgir o blog Giant Bomb. Era um blog simples, até mais simples do que o Continue em termos de layout. Tinha um podcast e reviews muito bem feitos (marca registrada de Jeff). E os posts ultrapassavam 500 comentários com facilidade.
Só que o blog era só fachada, só um lance provisório até que eles lançassem o verdadeiro Giant Bomb. E isso aconteceu ontem.
É um site que eu só consigo caracterizar como “muito foda”. Continua tendo os posts do blog — e muitos mais virão –, mas agora é um site completo. Muito mais que um site, é um imenso banco de dados colaborativo. Todas as séries (ex: Final Fantasy), jogos (ex: Final Fantasy XIII), plataformas (ex: Xbox 360), personagens (ex: Cloud Strife), lugares (ex: Midgar), objetos (ex: Sword) pessoas (ex: Hironobu Sakaguchi) e conceitos (ex: Pontos de Experiência) têm suas próprias páginas, interligadas entre si. Também há páginas para vídeos, screenshots, box arts, empresas, publishers, designers e até para a entidade onipresente conhecida como hambúrger.
Por volta de setembro do ano passado, eu lembro claramente (embora não consiga achar um link agora para comprovar) que a 2K Games afirmou categoricamente — e até com um quê de “calem a boca, sonystas mimados” — que BioShock não sairia para PS3. Ponto final.
Agora, menos de um ano depois, os donos de PlayStation 3 estão em situação muito melhor. Não apenas serão agraciados com o lançamento de um dos melhores jogos da história, como também terão conteúdos exclusivos para download.
Que conteúdo seria esse? Segundo o Kotaku, trata-se de “coisas chamadas ‘Challenge Rooms’, que serão áreas independentes (você as acessa pelo menu, não pelo jogo) projetadas para te fazer usar os plasmids para resolver puzzles”.
E eu ainda não comprei o meu BioShock. Se eu tivesse um PS3, acho que compraria essa versão em vez da do 360.
Grande parte da população mundial parece concordar em uma coisa: a E3 2008 foi medíocre, na melhor das hipóteses, quando falamos apenas das três grandes conferências. Porém, muitos jogos legais foram mostrados. Alguns pela primeira vez, outros apenas com trailers novos. Se olharmos apenas por esse ângulo, até que a semana não foi tão ruim.
Durante a semana passada, entre um post e outro, eu tentei assistir o maior número possível de trailers e vídeos, e fui colocando-os, um a um, no Plurk do Continue. Agora dei uma segunda olhada em todos os que postei e resolvi fazer esta pequena coletânea. São 28 trailers e vídeos de alguns dos jogos em destaque (ou não tanto) da feira.
Talvez você veja a lista e note a ausência de um ou alguns jogos que poderiam estar aqui. Normal, eu não vi todos os vídeos, nem teria como. Se você viu algum que não está aqui, gostou e gostaria de compartilhar, poste o link (ou mesmo o código de embed — ele funciona) nos comentários.
Agora pegue a sua pipoca (vai dizer que a imagem acima não está te dando vontade?) e prepare-se. A partir daqui, tem um monte de “play” para você clicar.